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Estado Consciencial e Objetivo Final de Grande Vida

Publicada el 26 Ee septiembre Ee 2011 a las 23:15


O ESTADO CONSCIENCIAL E O OBJETIVO FINAL DE GRANDE VIDA


Ficou apresentado que todos os Seres que, no transcurso de sua rota evolutiva, estão no domínio astral, têm um objetivo final desta Grande Vida.


Como disse a mestra etérica, este objetivo final de Grande vida é a aquisição da consciência e o domínio completo dos mecanismos dos sentimentos e das emoções. É também a liberação do Ser, pelo estado consciencial atingido, quanto à ilusão de tutela e proteção. O OFGV do Ser corresponde a poder desempenhar sua conduta sem necessidade de condução e orientação por parte dos protetores ou mentores.


A situação de independência em relação à proteção que acompanha a vivência completa de cada Ser corresponde à individualização total.


Falamos da individualização consciente e não daquela de natureza egoística.


Assim, afirmou-me minha orientadora, em função de sua própria experiência que, pelo menos uma vida encarnada, na existência definida de sua Grande Vida e no final desta, o Ser tem que viver sem desvios em seu estado consciencial e totalmente isento de qualquer proteção como para provar sua total individualização e a firmeza com a qual os aprendizados lhe estão inerentes.


Condições fundamentais para que se atinja o OFGV dizem respeito a que o corpo astral do Ser, nesta condição, esteja completamente livre de todos os resquícios e marcas que estejam nele inerentes até aquele momento.


Assim, as manchas astrais deverão ter sido eliminadas bem como os códigos do corpo mental que definem comportamentais preferenciais em etapas até longas da grande vida, necessitarão terem sido compreendidos para finalmente serem eliminados.


Também os resultados astrais de formas pensamentos que ele tenha emitido em qualquer situação devem ter sido totalmente drenados para a matéria, em situações convenientes de forma que, no fim da Grande Vida, terão que ter sido liberados integralmente da estrutura sutil do Ser.


Dessa forma, todos os acidentes de trajeto que surgirem e tiverem ficado aderidos ao ser, momentaneamente, têm que ser eliminados para que o Ser atinja a situação de OFGV.


Tal processo requer, certamente, um esforço considerável e só pode ser atingido com um estado consciencial elevado que tenhamos e mantenhamos para, pelas opções convenientes de conduta, harmonizarmos integralmente nosso veículo astral.


Quando atingiremos o OFGV? Pode ser agora. Pode ser daqui a centenas de vidas físicas. Pode ser na próxima. É a nós a opção de conduta. É a nós de fazermos elevar crescentemente nosso estado consciencial e o mantermos neste crescendo para merecermos, um dia, nossa elevação espiritual.


E a evolução pára? O que será que nos está reservado depois do OFGV?


Aprendi, compilando os dados experimentais de diversas regressões, que a vivência astral é só uma etapa já que não somos astrais, mas permanecemos como astrais enquanto em Grande Vida. Na essência, somos seres eternos que vamos vivenciando cada escala e aprendendo todo o conteúdo dessa escala na seqüência dos tempos.


Quando a terminarmos, passaremos por um processo denominado de eterificação deixando de ser astrais e vibrando, a partir daí, como seres etéricos e dando continuidade à evolução. É desse processo que participou efetivamente minha ninfa.


Todos atingiremos o objetivo final de nossas Grandes Vidas.

O bem praticado, a ajuda realizada, o desapego em relação a bens materiais, a valores da matéria e mesmo a outros Seres, aumentam o estado consciencial. O amor sem apegos restritivos é positivo para o estado consciencial enquanto que a humildade e o perdão ponderam para sua elevação bem como a vivência da vida em condição pautada no equilíbrio e na harmonia são fatores decisivos para sua consolidação apoiados na bondade, no otimismo e na aceitação.


As paixões, os vícios, o egoísmo, o orgulho, a vingança, o ódio, bem como qualquer apego à matéria ou mesmo o apego exagerado a qualquer Ser, abaixam o estado consciencial especialmente quando a tristeza, o desânimo, o pessimismo ou o remorso estejam operantes.


A cada momento, em função da ponderação de todos os nossos sentimentos e emoções em atos ou pensamentos, estamos a um certo nível de nosso estado consciencial.


Há como elevá-lo.


O agravante é que quando ele é baixo e quão mais baixo ele seja, menor é nossa condição de percepção de nossa situação e maiores serão os dispêndios de energia para invertermos a condição de nosso estado consciencial mesmo por que não o percebemos baixo ou desconhecemos por completo nossa situação.


Parece incrível, mas quanto mais baixo esteja o estado consciencial, mais baixo ele tem tendência de ser.


Na verdade, o desafio da Grande Vida diferentemente de qualquer escala evolutiva é exatamente o estado consciencial pois ele é a medida prática do quanto cada um de nós está da consciência absoluta que esta escala define.


Este exercício de consciência passa do individualismo do ser etérico, vegetal ou animal para a relação Ser a Ser que qualquer ente astral exerce para desembocar novamente no individualismo mas já perene, de individualização consciente e desapegada que caracteriza o término da vivência de Grande Vida e a situação do Ser Etérico deste espaço evolutivo.


É a individualização de quem não precisa nada ter por que sabe ser dono de todo o Universo e estar próximo da Divindade.


"0lhai os lírios do campo. Olhai as aves do céu. Elas não se preocupam com sua vestimenta ou seu alimento”. Realmente, estas palavras, nos exortam a buscar a elevação, preocupando-nos com nossa evolução espiritual, com nosso estado consciencial, pelo desapego aos aspectos materiais por que estamos no físico para exercermos conscientemente o desapego e entendermos e dominarmos os mecanismos das emoções e sentimentos e não para amealharmos as fortunas terrenas e nos preocuparmos com o conforto material e a aparência.


O aprendizado de estado consciencial goza da propriedade de representar o que o Ser astral pode realizar espontaneamente, de forma constante e sob os mais variados impulsos com respeito a um aspecto em particular. Este aprendizado é adquirido, na seqüência de existências, por ensaio e erro em relação à melhor conduta a realizar ou por escolha consciencial.


A escolha consciencial caracteriza a situação em que o Ser pode se colocar momentaneamente distante desta vivência e decidir conscientemente, sem vivenciar, o caminho mais aprazado a ser seguido em seu comportamento.


É esta a situação do Ser que, por consciência e por percepção do seu próprio histórico, se isso for possível e do histórico de outros, consegue extrapolar desses históricos e de sua autopercepção e intuição e tornar este o comportamento padrão sem ter experimentado previamente, ao menos recentemente, tal alternativa.


Discuti muito com minha orientadora sobre as formas pelas quais os aprendizados são conseguidos. Isto, pois me parecia que há coisas, de certo modo óbvias e outras em que só em se vivenciando e batendo cabeça, é que aprendemos.


A escolha consciencial, exercida acertadamente pelo Ser, especialmente em elevado estado consciencial, leva a acelerar significativamente sua evolução não necessitando ele passar pelas conseqüências demoradas e sofridas resultantes do comportamento por ensaio e erro.


Daí a noção de certo e de bem que cada um de nós tem dentro de si é norteadora valiosíssima de nossa evolução pois ela está diretamente relacionada com o mecanismo de escolha consciencial.


O ódio, o ciúmes, a inveja, o remorso, em relação a um só Ser, por abaixarem significativamente o estado consciencial, podem condicionar dezenas ou mesmo centenas de vidas físicas e períodos astrais desencarnados correspondentes, até que o ajuste pelo perdão, pela aceitação e pela doação, se concretize.


Argumentei muitas vezes sobre carma e causa e efeito que parecem tão freqüentes nos estudos espiritualistas e mesmo nos nossos estudos por regressão, quando abordam seres astrais, tanto que surgem, erroneamente, como regra absoluta de qualquer seqüência existencial. Foi-me explicado serem eles apenas particularidades das conseqüências momentâneas do estado consciencial atuantes sobre a evolução do Ser.


Causa e efeitos são conseqüências da didática espiritual sendo uma das formas, aceitas a partir da proposta ou imposição de nossos mentores espirituais, quando nosso estado consciencial é muito baixo, ou escolhidas voluntariamente, por nós mesmos, a um estado consciencial algo mais elevado, para que aprendamos, na seqüência das existências, com aquilo que tenhamos provocado no aspecto relação Ser a Ser geralmente com o sofrimento a ele inerente.


Aquilo que tenhamos feito nos reverte para que aprendamos.


Daí o Ser estar astral necessariamente enquanto relações com outros Seres de mesma sintonia precisarem ainda ser ajustadas.


A doação integral, o esquecer-se de si mesmo pelos outros de forma espontânea, o abrir-se para os outros, o não se apegar a ninguém e ao mesmo tempo a todos, constituem pré-requisitos do estado consciencial quanto à situação de individualização que é necessária para a eterificação.


Uma vez um Ser adentrando no domínio astral, ele tem que cumprir a etapa de Grande Vida astral.


Um Ser que estando extraterreno, encarna no Planeta Terra na escala hominal e que adentra os desafios de Grande Vida deve cumprir toda a seqüência existencial que for necessária até a conquista de sua individualização após imersão nos domínios da emoção chegando a seu objetivo final de Grande Vida.


Dentro do mecanismo do estado consciencial, percebemos que as conquistas do Ser que passa pelo domínio astral se resumem em aprender e dominar os aspectos da relação consigo mesmo como Ser e com os outros Seres.


Trata-se de um equilíbrio a ser atingido entre a tendência à individualização e os chamamentos de coletivização sejam eles momentaneamente de atração ou repulsão em relação a outros Seres.


O Ser que transita pelo espaço astral se dirige para a situação etérica que é caracterizada pela individualização consciente não por fechar-se em si mesmo, mas por harmonizar todos os aspectos da relação Ser a Ser com todos os seus semelhantes.


Caminha-se para a individualização exercendo-se a doação, despojando-se dos valores que prendem a si mesmo ou a qualquer outro Ser de forma especial. O imperativo do estado consciencial é individualizar-se pelo desapego e pelo amor.


O exercício da individualização deve passar da situação em que se está auto-voltado para o Ser, ele mesmo, para a condição de desapego completo.

Qualquer Ser que está astral luta contra os operadores do egoísmo, do orgulho, da vaidade, do poder, da inveja, dos ciúmes, das paixões, dos vícios e outros, que são condicionadores da situação relativa deste Ser em relação a outros em qualquer condição.


O desafio do Ser que está astral é o de suplantar a influência de todos estes operadores de destaque deste Ser em relação aos demais o que só é conseguido pelo amor integral e pela doação.


Todos os mestres da Humanidade, em todos os tempos, e Jesus em especial, apresentaram propostas condizentes para que o Homem ganhe o reino dos céus.


Tomando o Evangelho de Jesus como roteiro nesta seqüência fica evidente que a modificação proposta por Jesus à Humanidade de todo o sempre é a do amor irrestrito a Deus e a todos como a nós mesmos.


A consideração dos aspectos da moral como algo isolado do próprio indivíduo e que ele exerce mais ou menos e que no final daquela vida lhe premia com o céu ou com o desterro do inferno tem em muito atrapalhado o Homem bem como a interpretação errônea da importância dos valores com a supervalorização do aspecto material e a não consideração para com o lado espiritual.


Amamos sem compreender por que amamos, praticamos o bem e a caridade por que uma sensação de moral a ela nos impele.


Estamos no mundo sem saber por que e para quê e nos revoltamos contra o Deus que nos criou reclamando mesmo do fato de termos sido criados à sua vontade, mas à nossa revelia, aparentemente.


Vivemos, como Humanidade terrena, alimentando todas as possibilidades que imponham para nós, superioridade em relação a qualquer de nossos companheiros de trajeto Humano esquecendo-nos de que eles são efetivamente nossos irmãos.


Enfim, não é espontâneo ser bom, desapegar-se, amar irrestritamente, seguir preceitos da moral que as religiões instituídas estabeleceram como mandamentos exatamente por que eles são mandamentos e não algo que emane da essência do Ser e que ele exerça naturalmente.


O mal é transitório, isto é certo, mas ele é valor praticado em doses maiores ou menores por cada um de nós, já que seus impulsionadores principais, o egoísmo e o orgulho, estão tão fortemente operantes em cada um de nós.


Não compreendemos o sofrimento e a dor. Pensamos em carma quando eles aparecem.

Imaginamo-nos em um mundo de provas e expiações em que aqui estamos para sofrer e expiar nossos males desconhecendo o verdadeiro valor da Terra e o que nossa passagem por ela nos traz a nossa essência maior.


Enfim, nada sabemos de nossa essência, dos por quês de nossa existência atual, de que esta esteja encaixada em uma seqüência de existências, do valor da Terra e de sua natureza, ou dos valores verdadeiros do céu indicado por Jesus.


Jesus falava em parábolas sendo que em cada uma delas, aspectos do bem, do amor, da doação, da harmonia e tantos outros estão apresentados bem como vislumbres do quê nos espera no "reino dos céus”.


O Sermão da Montanha é o mais precioso indicador de evolução que já foi condensado na apresentação ao Ser Humano.


Como estes preceitos se encaixam no modelo do estado consciencial foi minha grande preocupação em meus diálogos com minha orientadora etérica.


Existimos para progredir. A etapa astral em Grande Vida é o período fundamental neste progresso. A Terra é mundo apropriado para a Grande Vida Humana e não centro de provas e de expiações somente.


Alcançar a consciência e o desapego experimentando todos os condicionantes da matéria é o aprendizado a que nos destinamos e que inclui o domínio completo de todos os mecanismos dos sentimentos e das emoções.


Assim, em nossa vida, alcançar o estado consciencial máximo a cada circunstância, é o roteiro de evolução. A prática do bem, o amor irrestrito, o desapego, a ajuda, o perdão a renúncia, a resignação, a libertação em relação aos vícios, entre outros, são condicionantes positivos sem os quais o progresso não se estabelece. Estes fatores não podem ser considerados apenas como preceitos de moral. Eles são efetivos pois conduzem à consciência estabelecida como final da Grande Vida e não por que sejam práticas do bem pelo bem. São positivos por constituírem os fatores que efetivamente aumentam o estado consciencial e não por que, os praticando, parecemos mais bonzinhos.


Todos os condicionantes à matéria, por outro lado, reduzem o estado consciencial e a percepção que nós temos de nossa própria consciência bem como o nosso domínio sobre ela.



Quando desencarnamos, podemos estar completamente ignorantes de nosso estado, em um verdadeiro inferno e padecermos enormemente nesse inferno. É só quando aumentamos nosso estado consciencial, por esforço próprio e por desapego, que retomamos nossa evolução.


A vida é um exercício de estado consciencial. Não é, como se pensa, um exercício de amor, sofrimento e caridade. Estes são apenas condicionantes do estado consciencial.


Estado consciencial máximo é a situação do alcance do céu sendo o estado consciencial um operador para diversas vidas, para a Grande Vida, e não apenas para a vida encarnada vivida no momento.


Jesus não falava em estado consciencial, pois para tal seria necessário que o Homem tivesse a percepção da seqüência de existências. Jesus de uma forma geral, evidentemente referia-se à Grande Vida e nós é que tomamos suas palavras como referentes apenas à vida encarnada momentânea e isso nos leva a muita confusão em relação ao que nos foi por ele ensinado.


Jesus , expressa em todas as passagens do evangelho os valores e os desafios que o homem tem que conquistar, sem ser tutelado e atuando conscientemente e Jesus fala para todo o sempre.


A pureza áurica do corpo astral que o Ser tem que ostentar na situação de final de Grande Vida é uma imperiosidade de conquista por parte dele mesmo.


É necessário que nos libertemos de nossas marcas astrais e a vida na matéria é um meio eficaz e constante para permitir essa purificação fluídica. A dor e as doenças de forma geral são meios através do qual o corpo astral drena energias emocionais negativas para o corpo físico, desanuviando-se dessa forma da sobrecarga energética que esteja, momentaneamente, sobre ele centrado.


Cada pensamento emitido em formas pensamento, é sabido, transita no espaço vibracional adequado e retorna enriquecido ao seu emissor, não importa a escala de tempo a que corresponda este processo.


Esta forma pensamento e as conseqüências de cada ação praticada na matéria ou no plano astral revertem ao corpo astral do Ser e, dependendo da circunstância, constituem as chamadas manchas astrais, já mencionadas anteriormente e que são verdadeiras degenerescências do código e do arranjo celular deste mesmo corpo astral.


Esta alteração do arranjo celular do corpo do espírito tem, automaticamente um fluxo espontâneo para sua drenagem que conduza à reconstituição da pureza áurica que é o requisito da evolução.


Esta forma de eliminação das alterações ou manchas astrais que vem nos acompanhando em toda nossa Grande Vida corresponde à passagem à matéria do corpo astral alterada em que esteja e a vivência de seu efeito no plano físico.


Tal se dá na escala de Grande Vida e, portanto, não necessariamente numa mesma encarnação, mas provavelmente em várias vidas encarnadas.


A vivência na matéria é então um recurso fluídico fundamental para o Ser pois permite a projeção do astral para o físico e sua transmutação, de qualquer evento da situação astral do Ser para o físico e, especialmente a drenagem das manchas astrais no intuito de desanuviar, a cada momento, o corpo astral em detrimento do corpo físico que recebe os fluidos correspondentes que se materializam em dor e em doença.


Esta drenagem para a matéria se faz, como é sabido, na forma das doenças, dos sofrimentos e da dor que estabelecem para todos nós, o pano de fundo da vivência física.


As doenças são, em sua enorme maioria, conseqüências de alterações no corpo astral do Ser e sua projeção continuada para o físico. Os fatores que provocam estas alterações são de origem interna ou externa.


É como se o Ser que ingressa no mecanismo de Grande Vida e que o faz com a mais elevada pureza áurica tivesse que vivenciar em seu corpo astral todas as conseqüências de sua ação em cada momento da Grande Vida e as seqüelas dessa situação astral fossem drenadas para a matéria e que o processo continuasse de forma que o Ser terminasse esta Grande Vida novamente ao mais alto nível de pureza áurica sem uma única mancha em seu corpo astral ocorrendo para isso, situações de dor, doença e sofrimento.


Este é o pré-requisito da veste nupcial anunciado por Jesus para aquele que pretende ingressar no reino dos céus. Esse ingresso no reino dos céus, segundo minha ninfa, é o atingir de sua eterificação com a concretização de sua etapa de Grande Vida. A veste nupcial é o corpo astral perfeitamente isento de quaisquer marcas e códigos astrais.


A melhor atuação em Grande Vida é daquele que, conscientemente, não se impregna de manchas astrais tendo então, maior condição de atingir o estado consciencial o mais elevado na menor duração desta seqüência existencial. No entanto, tal procedimento é muito difícil de ser mantido em todos os momentos e a condição de Grande Vida é, por si só, meio e situação para que, por nossa ação, nos impregnemos astralmente o que resulta nas conseqüências desta impregnação, como numa roda viva.


A forma inconsciente de transmutação das manchas astrais, e que é a mais comum, é na verdade contínua em nossa vivência. Cada mancha astral tem uma conseqüência na vida atual ou na seqüência de existências do Ser.

As manchas modificam o arranjo celular do corpo astral e, dependendo assim das condições favoráveis e receptivas com que esta interação possa ocorrer, a pureza áurica é reconstituída pela drenagem do conteúdo energético da mancha para o corpo físico.

Uma forma consciente de transmutação das manchas astrais e sua eliminação, neste caso, sem que estas tenham que ser drenadas para a matéria é através da ação das energias cósmicas e das luzes a ela associadas que, por suas características energéticas interagem com o corpo astral do Ser, especialmente a luz violeta mas de forma geral, qualquer das luzes ou chamas operantes.


Assim, por um mecanismo que atua unicamente a nível astral, sem a descida para a matéria, tem-se a readequação do corpo astral.


O entrosamento com as luzes e as chamas sagradas, por visualização, são caminhos que também conduzem à consciência pois abrem o canal de comunicação com a essência superior,o Eu Superior, que é a essência maior atuante em cada um de nós.


Esse aproximação com o Eu Superior aproxima o Ser da consciência elevando o estado consciencial como conseqüência.


A manipulação consciente das chamas inteligentes atua sobre a estrutura áurica do corpo astral do Ser, fazendo com que considerável carga a ele associada possa ser aliviada especialmente em função de seu próprio merecimento.


Não avançaremos neste texto sobre as características das luzes e chamas sagradas, reservando-as para a seqüência desta série a conselho de minha ninfa orientadora.


Na verdade, quanto maior a pureza áurica do Ser, maior é a probabilidade deste em se perceber e perceber a situação em que esteja quanto a seu estado consciencial.


A situação de pureza áurica máxima de um o Ser, em Grande Vida, é a condição em que este se percebe e percebe integralmente o meio em que esteja inserido tendo assim consciência completa de si mesmo.


Um estado de baixa pureza áurica representa, para o espírito em vivência, uma situação em que seu corpo astral que deveria ser como uma campânula vítrea absolutamente transparente que o envolva , se encontra opaca, manchada ou arranhada. Sua percepção e sua consciência de si mesmo são sensivelmente reduzidas, nesta circunstância, sendo seu estado consciencial mais baixo, como conseqüência.


A HUMANIDADE E OS SERES ETERICOS

CONVERSAS COM UMA NINFA



Texto Escrito por Marino Tadeu

Categorías: Terapia de Vidas Passadas

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1 comentario

Responder ★ Propietario
15:04 Eel 27 Ee septiembre Ee 2011 
Obrigado Marino por estar sempre compartilhando seus conhecimentos!!

Muito Bom

Grande Abraço
Nando Pokator