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O processo de ressurreiçao de JESUS

Publicada el 15 Ee septiembre Ee 2011 a las 16:35
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Algo sobre o trecho do Evangelho:


“NA CASA DE MEU PAI HÁ MUITAS MORADAS. AS MORADAS DE NOSSO SER”.  

A RESSURREIÇÃO DE JESUS.

A CRIAÇÃO DA LUZ POR AÇÃO DIVINA.

 

“Na casa de meu Pai há muitas moradas! Se não fosse, eu vo-lo diria, pois vou aparelhar-vos o lugar. E depois que eu for e vos aparelhar o lugar, virei  outra  vez e tomar-vos-ei para mim mesmo, para que, onde eu estou, estejais  também. “

 

“Na casa de meu pai há muitas moradas  “

Essa frase é explícita e tem sido tomada de muitas formas, inclusive no sentido importante de mencionar-se que muitos e muitos mundos também são habitados no Universo.”

Consideramos a abordagem consciencista a esse texto:

As moradas do Ser são também seus corpos mais superiores que o corpo físico, como o seu corpo astral e o seu corpo mental.

Quando Jesus fala de muitas moradas está se referindo às diversas estruturas que nosso Eu Superior projeta em toda a sua trajetória de vida total, fazendo existir para cada  escala que  ocupamos a cada tempo, uma entidade adequada a essa escala e através da qual vivemos nesse trecho do caminho de  vida   total.

Essas entidades projetadas de nosso Eu Superior, seja para os espaços etéricos ou para o astral, dão condição a que vivamos e formemos nosso cabedal de consciência que define o nosso objetivo final de vida total.

Todos nós nos dirigimos rumo a nossos objetivos finais de vida total OFVT o que corresponde a atingir, por mérito, o OFGV, transitar ainda todas as demais escalas que nos estão reservadas e completar nosso processo de ganho completo de consciência para o exercício efetivo de nossa função no universo.

Jesus fala também das escalas que existem e da existência de Seres em cada escala.

A cada momento da história da Terra e da evolução da população humana existem reunidos, Seres que pertencem a muitas e muitas escalas seja encarnadas, seja desencarnadas e que operam os mecanismos dos mais diversos processos que funcionam concomitantemente e  permitem a  efetivação de todos os  fenômenos da própria  vida.

Na própria população encarnada, a cada momento da Terra e hoje mesmo em particular, podemos encontrar Seres astrais, Seres especiais, Seres extraterrenos e Seres Etéricos1 vivendo ao mesmo tempo e interagindo entre si, seja consciente seja mesmo inconscientemente em suas trajetórias existenciais.

Seres astrais têm objetivos já diversas vezes destacados.

Seres especiais e Etéricos, quando projetados na matéria física, estão dando oportunidade a seus Eu Superiores de exercer alguns aspectos inerentes à vida na matéria.

Seres extraterrenos estão, via de regra, em estágios de curta ou até mesmo de longa duração no processo de projeção para a matéria para aprenderem esse mecanismo, para moldarem seu corpo sutil à forma de corpo astral da maioria humana e tantos outros desafios.

Não existe regra geral. As escalas que tenhamos já vivido e aquelas que nos restam a viver constituem nosso currículo e estão registradas em nosso Eu  de forma inalienável à medida que as vamos percorrendo e dominando.

Jesus fala de prepararmos o lugar para que estejamos onde ele esteja

Essa frase dá a dimensão exata do processo de progresso.  

Não é por generosidade para conosco que Jesus nos prepara o lugar ao falar dessa forma.  

Jesus indica uma lei inexorável :  “existimos  para progredir”.  

Não é que seja interessante progredir ou que se formos vivendo progrediremos por certo. O contexto dessa lei é mais amplo. Vivemos para progredir.

Nossa trajetória está definida e passará, em função de nossas próprias conquistas e merecimento por todos os estágios, inclusive o mesmo estágio em que Jesus se  encontrava no momento de suas palavras que ficaram registradas por seus discípulos.

 


Jesus, ao falar a seus discípulos, dá a perspectiva da vida com a percepção de um Ser de escala angélica e que é responsável pela Humanidade Terrena. Esse Ser aguarda cada um dos Seres que estão em escala astral, nós mesmos, a que adentremos e vençamos nossos passos de ganho de consciência rumo a nosso objetivo de vida total.

Podemos conhecer a partir do histórico de Jesus, algo a mais da perspectiva de progresso que nos está reservado.

Assim, entre outros tantos aspectos fundamentais, a vida encarnada do Ser que é  nosso mestre Jesus que é mais conhecida por nós, essa exatamente essa de Jesus, em meio a muitas outras que ele tenha tido, na Atlântida e outros ambientes anteriores,  teve um ponto de máximo em sua transcorrência existencial e no qual um galardão fundamental de existência de vida total foi alcançado.

Essa conquista fundamental que está reservada a cada um de nós, por nossos próprios méritos, um dia, é a da transmutação da matéria física em energia a nível do Eu Superior (luz) estando nós, nessa circunstancia, como  Seres, em   vida  física.

A transmutação é a uma conquista pela qual passaremos daqui a hexilhões de anos talvez e de domínio consciencial de alta estirpe por parte do Ser. Ela só é possível para Seres com altíssima consciência e domínio sobre todos os processos existenciais.

Essa é a prerrogativa e conquista fundamental de Seres ascencionados em momento privilegiado de suas existências.

A partir de então, o Ser passa a desfrutar de um corpo que tem as características do corpo físico, mas que é eterno, imperecível, imutável, onipresente e disponível para o Ser e todas as suas intervenções na matéria a partir de então.

Estamos nos referindo ao processo historicamente conhecido por todos e referido habitualmente como a Ressurreiçao de Jesus. 

 


A ressurreição foi o fato mais importante de toda a existência encarnada de Jesus em sua última vida física na Terra. A Ressurreição culminou com a conquista, por parte desse Ser, do domínio de todo o processo de transformação efetiva de matéria em luz.

Esse domínio permite ao Ser assumir sua condição de Criador, já que domina a transformação de matéria em luz e a transformação da luz em matéria e, portanto, cria matéria a partir de então.

Criar novos mundos, passa a ser prerrogativa e domínio desse Ser a partir de então.  

Lembrar que a conquista de fim de Grande Vida , com o atingir o Objetivo  Final de  Grande  Vida  é o de  transformar  nosso corpo  astral, instrumento do  aprendizado de Grande Vida, de emoções e sentimento em luz, fundindo-se ao  Eu  Superior.

Nosso desafio, de Seres astrais é o de transformar nossa essência astral e nosso corpo astral em elementos atuantes ao nível de luz, ao nível de nosso Eu Superior.

Essa transformação permite fundir o espírito absolutamente pleno ao Eu Superior!.

Finaliza-se a Grande Vida fundindo nosso espírito ao nosso Eu Superior.

A partir de então, nosso Eu Superior passa a trazer em si toda a experiência, todo o conteúdo, portanto, toda a consciência que estava centrada em nosso espírito.

Passamos a ser um Eu Superior em ação. Passamos a Ser luz em ação! Passamos a dominar o como transformar, no sutil, energia ao nível astral em energia de mais alta frequência.

Esse é um processo individual e que ocorre em nosso interior.

Todo o nosso referencial que até então estivera relacionado com o nosso viver como espírito, passa a Ser então do domínio de energias ainda mais sutis. Emoções estão a partir de então, compreendidas e dominadas por completo pelo Ser que nós sejamos.

Nosso espírito deixa de existir de forma restrita, associado a um corpo astral para existir, a partir de então, associado a uma aura de luz.

A partir desse estágio que é o OFGV, nosso espírito deixa de atuar, unido que está ao Eu Superior.

Essa é a primeira conquista que nos está reservada. Mas essa não é a única conquista !

Muito viveremos a partir de então, nesse campo energético, não mais de aprendizado, mas sim de realização!

Nosso próximo grande desafio que ocorrerá provavelmente hexilhões de anos depois, será, como ocorreu a Jesus, estando nesse nível e vivendo em uma determinada oportunidade, mais uma vez na matéria física, fundir o corpo físico daquela situação ao Eu Superior transmutando-o, como consequência.

A partir de então o Ser tem condições de transformar matéria em Luz  e, por conseguinte, luz em matéria.

A ressurreição de Jesus não é uma ressurreição propriamente dita onde o voltar a viver depois de morrer seja o fato de maior destaque e sim um processo de continuidade de existência no físico como resultado de transformação de matéria em luz!  

O Ser, nessa fase, demonstra como aprendeu a transformar a sua matéria em luz o que é prerrogativa fundamental da consciência de como transformar luz em matéria.

Esse Ser, a partir daí, por seus próprios meios, sabe criar matéria a partir da luz!

Esse é o galardão do Ser que sabe criar, do Ser que é um criador.

“No  princípio tudo era escuridão e  trevas e Deus disse: “ Faça-se a  luz! E a luz se fez!”.  

O princípio é a criação da luz a partir da matéria. Um Ser alcança o nível divino quando sabe justamente criar a luz a  partir da  matéria.

Observar que a primeira expressão da omnisciência divina é a constituição da luz a partir das trevas por transformação da matéria grosseira, então atuante, em luz!

Essa situação narrada na primeira passagem da Bíblia indica a prerrogativa fundamental do Criador. Criar a luz! Transformar matéria em luz. Transformar luz em matéria!

Após galgar a etapa de complementação de vida total, qualquer Ser pode transformar matéria em luz e luz em matéria.

A partir daí ele tem o galardão de um criador!

Adquirido esse galardão esse Ser cria galáxias, mundos, Seres, vida!

A nós está reservado chegar a esse domínio um dia!!!


 


O processo completo para cada Ser passa por todo o domínio de conhecimentos seja das escalas ditas erroneamente de inferiores, como animais, plantas, Seres invisíveis terrenos e não terrenos, passa pela Grande Vida e pelas escalas etéricas em que o desafio é realizar até que um dia esse Ser tenha condições de demonstrar-se capaz de conduzir essa transformação fundamental de energia em matéria e em si mesmo.

Nessa condição de domínio dessa transformação fundamental ele é um Criador.

Um dia chegaremos a esse “nível” e a essa performance como Seres, para isso fomos criados, para isso existimos! Teremos atingido nosso OTVT (Objetivo de Transmutação na Vida Total).   

O OTVT (Objetivo de Transmutação na Vida Total) é um ponto crucial na Vida Total que marcar a situação em que o Ser passa a ser um Criador.   

A consciência de que esse aspecto é real e de que é possível transformar matéria em energia é de importância fundamental para todo e qualquer Ser.

O domínio da energia atômica e a transformação da matéria do átomo urânico ou trans-urânico em energia, são demonstrações evidentes dessa realidade.

O desafio maior é realizar essa transformação controladamente e em nós mesmos da forma como Seres de alta estirpe têm domínio para realizarem.

Essa é a característica maior inerente ao processo de ressurreição de Jesus e que um dia saberemos conduzir da mesma forma conosco mesmos.

Uma coisa é ter consciência dessa realidade. Outra, muito mais difícil, é dominar os mecanismos que tornam possível e operacional tal realidade.

Podemos resumir as duas transformações que o Consciencismo revela, em termos das energias envolvidas, da seguinte forma:

Energia para transmutação do conteúdo presente no plano astral para o plano etérico = energia para o OFGV

Energia para a passagem do plano físico ao plano etérico = Energia de OTVT (Objetivo de Transmutação na Vida Total).   

 Equação 62 A transmutação do físico para o etérico. “A energia de ressureição”.                                                                                            

 Essa equação vale para o Ser após a Grande Vida sendo aplicável ao processo de Ressurreição.  

  Essa equação pode Ser lida da seguinte forma:(

 

Nessa equação

 


 

 Assim retomando, a morte ou desencarne de Jesus na passagem denominada Ressurreição, e nos Acontecimentos do Santo Sepulcro é caracterizado pelo fato de seu corpo físico não ter sido deixado pelo espírito, como de hábito em qualquer desencarne, mas sim se transformado, integralmente em energia de forma a somar-se energeticamente a partir de então, ao seu Eu Superior.

Considerar que Jesus, por dispor do galardão de Ser Etérico1,51 não tinha um corpo astral em tal encarnação já sendo um Eu Superior em ação eventualmente a hexilhões de anos antes.

Dessa forma, Jesus passou a dispor, a partir desse desencarne sui generis, de um corpo suplementar equivalente a seu corpo físico, que a partir de então, pode se projetar no físico e desfrutar da onipresença. Esse fato foi confundido com a situação de ele ter ressuscitado o que significa ter tornado a viver fisicamente.

Seu corpo deixou de existir a partir desse ponto, na matéria física e passou a existir em matéria etérica.

Este Ser máximo, nessa vida física de Jesus, previamente a essa conquista, dispunha efetivamente de um corpo físico que acompanhava esta vida física.  Por essa transformação, seu corpo físico continuou a existir, agora não mais no físico, mas sim no etérico.

A ressurreição tinha que se dar com o corpo físico de Jesus não morto, mas sim, em perfeita condição de funcionamento de todos os seus aspectos e com esse seu corpo físico em perfeito estado para que a transformação que adviesse logo a seguir consolidasse esse corpo físico agora na matéria etérica e esse corpo físico continuasse nessa mesma matéria etérica.

Podemos afirmar com segurança em função dessas revelações: “Não houve morte de Jesus na Cruz !!.”

 Tudo foi um arranjo coordenado por Seres e inteligências muito superiores e envolvendo hierarquias muito especiais para validar o grande processo de transformação que esse Ser de alta estirpe vivenciaria e que permaneceria marcado em toda a Humanidade e para sempre.

Um nosso livro, posterior a esse Consciencismo Processo de Vida, entrará em muitos detalhes sobre o processo dito "Ressurreição de Jesus” e demonstrará a grandeza da série de eventos que acompanharam a crucificação de Jesus e como eles não tem nada a ver com a forma deturpada e piegas como os fatos chegaram ao século XXI e como está na hora de, finalmente, esclarecer as verdades e que uma dessas grandes verdades é o acontecido, verdadeiramente, no interior do “Santo Sepulcro”.

Lembrando frase indicada em parágrafo anterior, Jesus, como qualquer Ser de alta estirpe, durante a sua vida física de Jesus, fora um Eu Superior em ação.

Com o processo de transmutação, historiado pela Humanidade como Ressurreição de Jesus,  e como seu corpo físico não morreu efetivamente, pôde esse Ser, a partir de então, constituir-se em um Eu Superior em ação e que dispõem de um corpo de Luz absolutamente projetável para o físico e pertencente ao próprio físico em dualidade com o etérico.

Esse corpo físico desde então, tem sido de grande valia em sua atuação como responsável por toda a Humanidade Terrena.

No fato de muitos afirmarem que Jesus, após a “Morte na Cruz” ter vivido no extremo Oriente, na India, como um mestre, tem em si a incomprensão e confusão pois para tal ele teria que ter fugido da situação do santo sepulcro e ido para a India.

Simplesmente Jesus foi mesmo para a India, e a muitos e muitos locais no mundo Terra, da superfície e do interior da Terra, “viveu mesmo na India onde havia maior possibilidade de pessoas compreenderem o ” como Jesus, somente que já não mais

Outros mestres ascencionados, em momentos adequados de suas trajetórias, também passaram por processos semelhantes de transmutação. É o caso de Buda, Saint Germain, Maria e outros.

Por nossos méritos e conhecimento efetivo que adquiriremos no nosso processo existencial, hoje tão precário pelo desafio de aprender na prática todos os meandros de todas as emoções, sentimentos e sensações, esse mesmo mecanismo de transmutação está reServado a cada um de nós, um dia.

Observar que, ao chegarmos ao nosso OTVT (Objetivo de Transmutação na Vida Total) e passarmos pelo processo de transmutação, temos a partir de então, condições de manipular, por nós mesmos e com nossa habilidade própria, função de nosso próprio conhecimento, energias muito intensas de milhões de kcal. Essa enorme energia, que denominamos de é correspondente à transformação de nossa parcela física em etérica superior.

Um dia, no prosseguimento de nosso processo evolutivo, por nós mesmos, poderemos manipular sozinhos energias tão intensas e correspondentes o que corresponderá à nossa elevação, em corpo de luz, em relação a toda a matéria que tenha constituído, um dia, nosso corpo físico e nossos corpos físicos em todas as  vidas físicas que tenhamos vivido em nossa trajetória.

A partir daí, o Ser que seremos passará a exibir eternamente, um corpo adequado à sua aparição e atuação na matéria física a cada tempo e que corresponda a seu próprio corpo físico dessa última vida, por nós mesmos escolhido, consolidado e já transmutado.

É a partir do nível de transmutação que um Ser não mais encarna em mundos físicos e domina o processo da criação no físico concernente a cada mundo em que se estabeleça a sua atuação.  

 

OFVT = objetivo final de vida total

OTVT = objetivo de Transmutação na Vida Total

OFGV = objetivo final de grande vida

 

 

Texto Escrito por Marino Tadeu

Categorías: Terapia de Vidas Passadas, Reflexões

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