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O Caminho da Paz Interna

Publicada el 9 Ee enero Ee 2013 a las 21:10


O Caminho da Paz Interna

 

É muito comum falarmos e ouvirmos a frase que Deus é Amor. Mas, será que temos ideia do que é o Amor?


Recentemente um rapaz entrou numa escola nos Estados Unidos e matou uma porção de pessoas, sendo a maioria delas crianças com menos de 10 anos de idade. No que conhecemos que é o Amor, será que neste caso Deus estaria realmente sendo Amor ao permitir que ocorresse isso?


Estamos tão distantes de entender o Criador que o julgamos a todo momento. Queremos que o mundo seja rodeado por bons sentimentos, mas nem sequer temos coragem de encarar o nosso interior e começar a identificar a sujeira interna, com medo de iniciarmos finalmente nossa faxina íntima. Nos culpamos muitas vezes pelas atitudes impensadas, baseadas em instintos primitivos, e o pior é que esquecemos que os supostos erros são aprendizados, quando o ser humano consegue refletir a respeito. Se bem que se sentirmos culpa já é um degrau que alcançamos, porque geralmente a culpa é sempre do outro.


Precisamos entender que todas nossas atitudes baseadas em um sentimento mais elevado são reflexos do nosso coração. Não tem como alguém se tornar mais elevado da noite para o dia. Isto exige esforço! Trabalho árduo! Menos lamentações e mais ação efetiva.


Somos livres para pensar e agir. O livre arbítrio é um direito de toda consciência. Por sinal, este direito é o que temos de mais palpável para compreender a grandeza do Amor divino.


Se pensarmos que o mundo como conhecemos está sujeito apenas ao livre arbítrio, seria acreditarmos no caos. Ainda mais num mundo em que as consciências que aqui habitam estão consumidas por um ego influenciado ao longo dos tempos por conceitos superficiais, vinculados aos estímulos dos 5 sentidos materiais. Esquecemos completamente de desenvolver os sentidos de quem habita este corpo de carne. Os sentimentos da alma acabam ficando completamente densos por se basearem em prazeres pessoais, proporcionando mais e mais sofrimentos (este caminho é assim mesmo, de uma via somente), julgamos Deus como o grande culpado.


Irmãos de jornada, todas nossas ações têm uma reação. Diria que o termo ação aqui é muito mais amplo que o verbo fazer. Nele também estão incluídos os verbos sentir e pensar. E assim há uma força muito maior que provoca a reação a cada ato da consciência, seja ela positiva ou negativa.


Desta forma, atos como aquele do assassino mencionado não têm como compreendermos pela nossa visão limitada, baseada apenas nos sentidos físicos. Falando nisso, o julgamento ao próximo não tem como ser feito assim também, porque estes sentidos são tão limitados em tempo, espaço e profundidade. ..


Quem sabe no futuro, quando desenvolvermos um pouco os sentidos da alma, possamos a ampliar nossa visão, e aproximarmos um pouco da compreensão do que é realmente o Amor. Alguns já estão conseguindo, desenvolvendo dons que permitem vislumbrar a imortalidade da consciência, através de experiências pessoais que dinamitam a base de uma estrutura de vida baseada apenas na matéria.  Este é o único caminho que conheço para a paz interna.


Como você quer que a casa que habita sua paz seja construída, com palha ou tijolos?


Se for de palha, será baseada apenas no que vê, ouve, na busca de prazeres sem afinidade com os anseios da consciência, com momentos de felicidade tão fugazes que não passam de suspiros na imortalidade da vida.


Se quer que seja de tijolos, será necessário entrar para dentro de si, despertando o real desejo de modificar-se, até que o coração possa vislumbrar a luz, e aí sim, a fé se revelará. Uma fé que não necessita de gurus a nos mostrar o caminho. Porque sempre soubemos do caminho, apenas optamos pelo mais fácil, e ficamos por milênios presos a isso.



Com carinho,

Rafael

Categorías: Reflexões

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