Projecao Astral - Espiritualidade - Consciencia

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Aula 31 - Mensageiros do Amanhecer - Ensinamentos das Pleiades - com Ibiatan Upadian

Publicada el 21 Ee agosto Ee 2012 a las 23:20

AULA Nº 31:

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CAPÍTULO XIV

Emoções - O Segredo nas Crônicas do Tempo

(2ª Parte)

 

 

Os sentimentos servem a vários propósitos dos seres hu­manos. Incentivamos todos vocês a acreditarem, cultivarem e confiarem em seus sentimentos. Devem encará-los como bi­lhetes de viagem para realidades multidimensionais, onde pre­cisam ir, caso estejam jogando este jogo para valer. Nas realidades multidimensionais aprendem a focalizar e manter simultaneamente muitas versões diferentes de si mesmos. Os sentimentos são capazes de transportá-los a estes lugares, es­pecialmente aqueles em que vocês confiam. Deixem aflorar todos os vossos sentimentos e, ao invés de os julgar, permitam-­lhes que se manifestem para poderem observar aonde eles podem levá-los, ou o que eles podem fazer por vocês.


Quando sentem medo de alguma coisa, evitam expe­rimentá-la, erguendo uma muralha onde se pode ler: "Se eu for lá, vai ser ruim." E pisam no freio. Na verdade, o medo que sentem acaba energizando a experiência no nível do desen­volvimento de cada um, pois todo o pensamento assume for­ma de acordo com a influência emocional a que está sujeito. Por isso, às vezes, o melhor que se tem a fazer é simplesmente dizer: "Bem, vou entrar nessa. Eu me entrego." Depois, então, dediquem-se a estar lá, sem se preocuparem em estar ou não centrados enquanto estiverem mergulhados no centro do sen­timento. Se pretendem entrar no vosso centro do sentimento e manter tudo sob controle, não estarão permitindo a si mesmos a amplitude de movimentos necessária para aceitar as emo­ções que derrubam as limitações e preconceitos.


A raiva tem o seu propósito. Ela não acontece por acaso, nem a dor acontece por acaso. Ambas os levam a alguma situa­ção. Intencionalmente, podem entrar no centro do vosso senti­mento e aprender a permanecer centrados ali, enquanto exploram as oportunidades que se apresentam. Se vocês dis­serem: "Vou permanecer centrado lá", isto soa como se não permitissem nenhum movimento ali dentro. Em vez disso, pro­ponham-se simplesmente a ter um centro. Ter um centro não significa que as coisas não flutuem; significa que vocês lhes permitem flutuar. Vocês decidem se o barco vai naufragar, ou navegar em águas calmas. Comandam os acontecimentos, por­tanto a calma ou a agitação destes acontecimentos independem de vocês. As vossas emoções não alimentam apenas os outros, são fonte de alimento para o Eu. É assim que vocês se alimentam e criam a vossa identidade. Esta é a vossa identidade como freqüência através das vossas emoções. As emoções os alimen­tam e dão vida ao prefixo da vossa estação transmissora.


Vão ter de lidar com cada uma das vossas limitações, simplesmente porque não querem fazer isso. Adorariam di­zer: "Poeira dourada das estrelas, elimine minhas limitações. Bum! Estou livre”! Na teoria, isto seria simples. Trata-se do exemplo clássico de se evitar o centro do sentimento.


Vocês possuem sentimentos e preconceitos emocionais que ajudam a criar limites externos; por isso, quando rompem uma barreira, precisam enfrentar a emoção que originou o li­mite. É através do corpo emocional que contatam o corpo espiritual. Para ultrapassarem as dificuldades, precisam sentir todo o processo.


Na verdade, as dificuldades são jóias preciosas. Mesmo descobrindo que têm 101.000 limitações, não devem sentir-se frustrados. Digam apenas: "Que interessante". Olhem para elas e, em vez de amaldiçoá-las, observem-nas simplesmente e tentem descobrir como apareceram. Descubram a que pro­pósito elas serviram - em que mercearia foram compradas es­tas mercadorias.


Quando reconhecem, identificam e desejam liberar al­guma coisa, a mudança acontece. Quando existe apego ou medo, ou pensam: "Gosto deste limite; está me servindo mui­to bem", vocês criam as limitações.


Precisam aprender a amar as vossas emoções. Quando ro­tulam alguma coisa como difícil, vocês a tornam difícil. Não são os outros, são vocês mesmos. Persistem em resistir e julgar as mudanças que surgem. Sentem que não sabem o que está surgindo, e não querem perder o controle. O controle é algo muito conveniente e muito prático. Deve ser aplicado na hora certa, no lugar certo, como uma cola instantânea. Já alguma vez colaram os seus dedos, ou os lábios, com uma cola instan­tânea? Precisam aprender a exercer o controle, da mesma for­ma que usam a super cola. Se se lambuzam com uma super cola, ficam grudados e nada podem fazer. O mesmo acontece com o controle: ele os prende a coisas às quais vocês absoluta­mente não precisam ficar presos. Devem ser muito seletivos em relação ao que decidirem ou não controlar. O antigo pa­drão do ser humano, ou o paradigma existente, afirma que "Vocês têm que assumir o controle”.


Vocês precisam das vossas emoções. Devem ficar seus ami­gos porque, através dos sentimentos podem subir a escada que os leva ao Eu multidimensional, ao sistema de doze ­chakras e a explorar o que descobrirem. É por intermédio dos sentimentos que detectam se algo está ou não funcionando. A mente lógica não perceberá certos acontecimentos se o corpo não estiver ligado aos sentimentos. São os sentimentos que re­gistram a alteração da freqüência, não a mente lógica.


Vocês estão vivenciando o despertar de uma alteração de freqüência. Estão sendo levados a mudar diversas áreas de suas vidas, a abandonar muitas coisas. Não devem resistir a estas mudanças, nem sentir que perderam o controle por des­conhecerem o que está por vir, ou por acharem que estão to­mados pelas emoções. As vossas emoções estão apenas querendo lhes mostrar algo; vocês não gostam, porque acham que elas estão interferindo em suas vidas, ou que podem constrangê-los.


Fiquem espertos. A próxima vez que se depararem com uma destas situações emocionais, digam imediatamente: tudo bem, sei o que está acontecendo; desta vez não caio nessa. Sei que existe alguma coisa aqui para eu aprender, alguma­ coisa que devo mudar. Acredito que estou sendo guiado, que estou executando um projeto, portanto vou procurar o que devo aprender, sem julgamentos, seguindo o fluxo. Peço que todas as minhas mudanças venham com alegria, segurança e harmonia. Este é o meu decreto. Ele abrange tudo aquilo que eu quero em minha evolução: eu vivo a alegria, a segurança e a harmonia. “Por isso, sigo com essa energia e vejo o que está mudando para mim e o que preciso abandonar.”


Como as vossas memórias não estão claras e vocês não cultivaram a confiança interior, fecham-se, porque não perce­bem que estão sendo preparados para a mudança. É imperati­vo que confiem no centro do sentimento e trabalhem com ele. Quando "algo" aciona o vosso centro do sentimento e os inco­moda, devem enfrentar os sentimentos que os desagradam. Esta é a vossa essência. Estes sentimentos constituem as vos­sas jóias, tesouros, pedras preciosas, onde vão encontrar ensi­namentos acerca da vossa identidade. São o vosso trampolim e a vossa relação com eles nunca terá fim. Não podem jogá-los fora e dizer: "Hum, não gosto desse ser que eu era”! Mas po­dem alterar o Eu que conseguiu perceber estas realidades. À medida que se forem tornando conscientes e adquirindo uma compreensão mais ampla sobre quem são, poderão olhar para trás, observar tal entidade naquela época e ter uma percepção completamente nova de quem eram então. Este é um processo contínuo. Irão começar a percebê-lo uns nos outros.


Respeitem os vossos amigos quando atravessam o pro­cesso deles, mas não se envolvam. Se for o caso, tomem uma atitude, mas não ajudem os outros a prolongarem seus dra­mas. É tempo de ultrapassar os vossos obstáculos, não de man­ter a peça em cartaz por um ano. Sugerimos que contem as vossas histórias uma, duas ou três vezes no máximo. Não pre­cisam contar tudo para todo o mundo, pois as outras pessoas também estão atravessando os seus processos. Quando ficam falando sobre os vossos problemas, deixam escapar uma opor­tunidade, porque falam em vez de fazer e ver sobre o que estão falando. Ao contar para todo o mundo o que está acontecendo, ­vocês estão simplesmente querendo chamar a atenção, e não precisam fazer isso.


Os acontecimentos não param e vocês nunca colocam um ponto final neles, porque são as "vossas coisas". Se em determinado momento sofrem, garantimos que, ao se depara­rem com uma situação semelhante no futuro, terão adquirido uma compaixão jamais experimentada. Irão enxergar a situa­ção a partir de uma perspectiva completamente diferente.


O que está vindo à tona agora são as coisas que original­mente os impediam de perceber a realidade. São partes do vos­so corpo emocional onde as vias de comunicação foram cortadas, bloqueando o fluxo de informações. Isto lhes causou sofrimento e acabaram transferindo a dor emocional para o corpo físico. Recomendamos a todos que desenvolvam um tra­balho corporal. O trabalho corporal traz a energia cósmica para o corpo físico, distribuindo-a depois para os outros corpos ­mental, psíquico, emocional e espiritual - fazendo com que a freqüência energética se ajuste. No momento em que a freqüência energética se encaixar, se não bloquearem a memó­ria celular e permitirem que a energia penetre em seus corpos, essa energia irá percorrer vossos chakras e alimentar o vosso corpo com as informações que possui. Quando sentem medo, se fecham, culpam as outras pessoas ou negam as emoções, vocês empacam. Nesse caso, mesmo que a luz inunde os vossos corpos, ela não corresponderá à freqüência energética. Pene­tram então, no caos, e todo o mundo se afastará, porque esta­rão emanando caos. No entanto, o caos é um bom lugar para se estar; não há nada de errado com ele, desde que não permane­çam ali para sempre.


Quando negam as emoções, estão pedindo que grandes mudanças da Terra ocorram em vossa psique. Quando permi­tem que ocorra um tornado aqui, um furacão ali ou uma erup­ção vulcânica por aí, estão conferindo liberdade de expressão às vossas emoções, não lhes permitindo voltar contra o seu ambiente pessoal.


Os sentimentos constituem o elemento de ligação entre vocês e a vossa natureza humana; os sentimentos os ligam às vossas emoções. E, neste plano da existência, as emoções li­gam vocês ao vosso corpo espiritual. As emoções e os senti­mentos são a chave para se estar vivo nesta realidade. Existem muitas realidades onde não há emoções; nesta realidade, po­rém, as emoções são a maior dádiva que receberam. Se negam o vosso Eu emocional nesta encarnação, é melhor admitirem a derrota. Se não o assumirem, nunca conseguirão participar do jogo de que estamos falando. Farão simplesmente parte da massa que assiste televisão e se considera vítima o tempo todo. Se o vosso corpo emocional estiver sofrendo, perguntem-se qual a razão da dor, a que propósito ela está servindo e por que escolheram criar dor através das vossas emoções. Por que não escolhem criar alegria? Tudo é uma questão de escolha.

 

 

RESUMO:

Os sentimentos servem a vários propósitos dos seres hu­manos. Incentivamos todos vocês a acreditarem, cultivarem e confiarem em seus sentimentos. Devem encará-los como bi­lhetes de viagem para realidades multidimensionais, onde pre­cisam ir, caso estejam jogando este jogo para valer. Nas realidades multidimensionais aprendem a focalizar e manter simultaneamente muitas versões diferentes de si mesmos. Os sentimentos são capazes de transportá-los a estes lugares, es­pecialmente aqueles em que vocês confiam. Deixem aflorar todos os vossos sentimentos e, ao invés de os julgar, permitam-­lhes que se manifestem para poderem observar aonde eles podem levá-los, ou o que eles podem fazer por vocês.


Quando sentem medo de alguma coisa, evitam expe­rimentá-la, erguendo uma muralha onde se pode ler: "Se eu for lá, vai ser ruim." E pisam no freio. Por isso, às vezes, o melhor que se tem a fazer é simplesmente dizer: "Bem, vou entrar nessa. Eu me entrego." Depois, então, dediquem-se a estar lá, sem se preocuparem em estar ou não centrados enquanto estiverem mergulhados no centro do sen­timento.


A raiva tem o seu propósito. Ela não acontece por acaso, nem a dor acontece por acaso. Ambas os levam a alguma situa­ção. As vossas emoções não alimentam apenas os outros, são fonte de alimento para o Eu. É assim que vocês se alimentam e criam a vossa identidade. Esta é a vossa identidade como freqüência através das vossas emoções. As emoções os alimen­tam e dão vida ao prefixo da vossa estação transmissora.


Vocês possuem sentimentos e preconceitos emocionais que ajudam a criar limites externos; por isso, quando rompem uma barreira, precisam enfrentar a emoção que originou o li­mite. É através do corpo emocional que contatam o corpo espiritual. Para ultrapassarem as dificuldades, precisam sentir todo o processo.


Quando existe apego ou medo, ou pensam: "Gosto deste limite; está me servindo mui­to bem", vocês criam as limitações.


Precisam aprender a amar as vossas emoções. Quando ro­tulam alguma coisa como difícil, vocês a tornam difícil. Não são os outros, são vocês mesmos. Persistem em resistir e julgar as mudanças que surgem. Sentem que não sabem o que está surgindo, e não querem perder o controle. O controle é algo muito conveniente e muito prático. Deve ser aplicado na hora certa, no lugar certo, como uma cola instantânea. O mesmo acontece com o controle: ele os prende a coisas às quais vocês absoluta­mente não precisam ficar presos. Devem ser muito seletivos em relação ao que decidirem ou não controlar. O antigo pa­drão do ser humano, ou o paradigma existente, afirma que "Vocês têm que assumir o controle”.


Vocês precisam das vossas emoções. Devem ficar seus ami­gos porque, através dos sentimentos podem subir a escada que os leva ao Eu multidimensional, ao sistema de doze ­chakras e a explorar o que descobrirem. É por intermédio dos sentimentos que detectam se algo está ou não funcionando. A mente lógica não perceberá certos acontecimentos se o corpo não estiver ligado aos sentimentos. São os sentimentos que re­gistram a alteração da freqüência, não a mente lógica.


Vocês estão vivenciando o despertar de uma alteração de freqüência. Estão sendo levados a mudar diversas áreas de suas vidas, a abandonar muitas coisas. Não devem resistir a estas mudanças, nem sentir que perderam o controle por des­conhecerem o que está por vir, ou por acharem que estão to­mados pelas emoções. As vossas emoções estão apenas querendo lhes mostrar algo.


Fiquem espertos. A próxima vez que se depararem com uma destas situações emocionais, digam imediatamente: tudo bem, sei o que está acontecendo; desta vez não caio nessa. Sei que existe alguma coisa aqui para eu aprender, alguma­ coisa que devo mudar. Acredito que estou sendo guiado, que estou executando um projeto, portanto vou procurar o que devo aprender, sem julgamentos, seguindo o fluxo. Peço que todas as minhas mudanças venham com alegria, segurança e harmonia. Este é o meu decreto. Ele abrange tudo aquilo que eu quero em minha evolução: eu vivo a alegria, a segurança e a harmonia. “Por isso, sigo com essa energia e vejo o que está mudando para mim e o que preciso abandonar.”


É imperati­vo que confiem no centro do sentimento e trabalhem com ele. Quando "algo" aciona o vosso centro do sentimento e os inco­moda, devem enfrentar os sentimentos que os desagradam. Esta é a vossa essência. Estes sentimentos constituem as vos­sas jóias, tesouros, pedras preciosas, onde vão encontrar ensi­namentos acerca da vossa identidade.


Respeitem os vossos amigos quando atravessam o pro­cesso deles, mas não se envolvam. Se for o caso, tomem uma atitude, mas não ajudem os outros a prolongarem seus dra­mas. É tempo de ultrapassar os vossos próprios obstáculos, não de man­ter a peça em cartaz por um ano.


Os acontecimentos não param e vocês nunca colocam um ponto final neles, porque são as "vossas coisas". O que está vindo à tona agora são as coisas que original­mente os impediam de perceber a realidade. São partes do vos­so corpo emocional onde as vias de comunicação foram cortadas, bloqueando o fluxo de informações. O trabalho corporal traz a energia cósmica para o corpo físico, distribuindo-a depois para os outros corpos ­mental, psíquico, emocional e espiritual - fazendo com que a freqüência energética se ajuste. No momento em que a freqüência energética se encaixar, se não bloquearem a memó­ria celular e permitirem que a energia penetre em seus corpos, essa energia irá percorrer vossos chakras e alimentar o vosso corpo com as informações que possui. Pene­tram então, no caos, e todo o mundo se afastará, porque esta­rão emanando caos. No entanto, o caos é um bom lugar para se estar; não há nada de errado com ele, desde que não permane­çam ali para sempre.


Os sentimentos constituem o elemento de ligação entre vocês e a vossa natureza humana; os sentimentos os ligam às vossas emoções. E, neste plano da existência, as emoções li­gam vocês ao vosso corpo espiritual. As emoções e os senti­mentos são a chave para se estar vivo nesta realidade. Se negam o vosso Eu emocional nesta encarnação, é melhor admitirem a derrota. Se não o assumirem, nunca conseguirão participar do jogo de que estamos falando. Farão simplesmente parte da massa que assiste televisão e se considera vítima o tempo todo.

 


PERGUNTAS DESTINADAS A FACILITAR A COMPREENSÃO DO TEXTO E PROMOVER O DEBATE:

 

1 - Para que servem os sentimentos e com devemos encará-los?

2 - O que devemos fazer quando sentimos medo?

3 - Qual o propósito da raiva?

4 - Por que precisamos das emoções e onde elas podem nos levar?

5 - Como podemos contatar o corpo emocional?

6 - Porque devemos confiar nos nossos sentimentos?

7 - Por que devemos fazer trabalho corporal?

8 – Qual a importância do nosso Eu emocional?

Categorías: Grupo de Estudos Mensageiros do Amanhecer

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