Projecao Astral - Espiritualidade - Consciencia

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Aula 23 - Mensageiros do Amanhecer - Ensinamentos das Pleiades - com Ibiatan Upadian

Publicada el 18 Ee agosto Ee 2012 a las 17:55

AULA Nº 23:

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CAPÍTULO XI

O Nome do Jogo

(1ª Parte)



Para sobreviver nos tempos que se aproximam, torna-se imperativo adotar a idéia da manifestação do pensamento, ou superconsciência. Superconsciência, hoje, não passa de uma palavra para vocês. Não constitui, ainda, um conceito intrín­seco, porque é impossível conceberem um estado de tanta sintonia e a assimilação de uma quantidade tão grande de in­formação. Contudo, conforme forem evoluindo, caminharão em direção à superconsciência. Existem pessoas que percebem a mudança que este movimento de consciência provocaria no planeta e tentam impedi-lo. Ele já ocorreu. Nós voltamos ao vosso passado para assegurar-lhes este fato.


O pensamento vem primeiro. A experiência é sempre de­corrência. Nunca ocorre o contrário - vocês vivem uma expe­riência e depois pensam sobre ela. A experiência é sempre um reflexo direto daquilo que estão pensando.

 

A clareza e o reconhecimento do vosso poder consti­tuem os alicerces. Os vossos pensamentos formam o vosso mundo o tempo todo. Como são bombardeados com tantas vi­brações controladoras de freqüência, que procuram impedi-los de ter a mente clara, vocês flutuam. Precisam, como espécie, ter a intenção de permanecer sempre com a mente muito clara, sempre centrados e sempre presentes. Parem de viver no fu­turo, ou no passado, e vivam o agora. Digam para si mesmos: “O que é que eu quero? Quero acelerar minha evolução pessoal. Quero que o Espírito me ajude a aumentar minha capaci­dade. Quero que meu corpo se regenere. Quero emanar saúde. Quero abandonar as dificuldades para ser um exemplo vivo  daquilo que a humanidade pode atingir." Esta é a linha de pen­samento - o comando para o vosso ser, determinando com cla­reza tudo aquilo que vocês querem - e que vos trará tudo num ritmo acelerado.

 

Observem os vossos padrões. Se negam a criação de uma parte das vossas experiências e não querem tê-la como vossa criação, simplesmente olhem para ela. Digam: "Não é interes­sante? Eu faço isso o tempo todo. Não quero possuir o que estou criando. E como não gosto, ponho a culpa nos outros. Vamos ver quanto tempo vou ficar agindo assim, e vamos en­contrar uma solução que me permita desenvolver um padrão de comportamento diferente.”

 

Não se julguem. Comecem a dizer para si mesmos: "Eu assumo a responsabilidade por tudo em que estou envolvido. Eu assumo a responsabilidade por tudo o que acontece comigo. Se não gosto do que acontece comigo, vou começar a me per­guntar por que crio coisas de que não gosto. Talvez seja para chamar minha atenção para algo que não consigo ver e assim poder mudar o que realmente não funciona para mim.”

 

Devem agir sempre como se houvesse um propósito im­pecável em tudo o que fazem, como se para atingir o valor mais alto, a melhor oportunidade, fosse necessário trabalhar cada evento em que estejam envolvidos. Devem agir sempre assim. Se estiverem andando na rua e alguém os abordar: "Es­tou com um revólver nas suas costas. Passe a carteira!" devem agir como se estivessem recebendo uma oportunidade única para o vosso crescimento. Se todos pudessem adotar essa ati­tude e agir como se cada evento estivesse designado a impul­sioná-los em seu crescimento e conscientização, poderiam virar-se e descobrir que a pessoa apontando o revólver às suas costas é uma réplica, uma porção de vocês mesmos. Devem ser capazes de curar algo; podem estar recebendo a oportuni­dade de tomar uma atitude que os amedronta.

 

Não tenham medo daquilo que criam. Confiem no que vocês criam. Acreditem que, em vossa criação, existe sempre algum crescimento. Não varram vossos dramas para baixo do tapete como se fossem coisas horríveis que nunca mais quei­ram ver. Acabem com esses dramas: parem de andar em círculos, de perder-se neles.  Precisam, contudo, compreender que o drama que vivenciaram com vossa mãe, irmão, irmã, namora­do, poderá ser usado, vinte anos depois, para ajudá-los a atin­gir uma nova realização. Deixem, portanto, que esses dramas sejam como uma lição de casa. Terminem, resolvam-nos da melhor maneira possível, façam as pazes e  conheçam o vosso papel neles, e deixem que eles circulem de volta à vossa cons­ciência para lhes ensinar algo. Deixem que sejam os vossos tesouros vivos de experiência, em vez de espinhos dos quais querem se desvencilhar. A emoção está ligada a estas coisas e, não se esqueçam de que ela pode levá-los a outros níveis de atividades.

 

Vocês acham que conseguem criar a vossa realidade ape­nas em certas áreas, mas em outras não têm este poder? Acre­ditam não possuir controle sobre algumas áreas de vossas vidas? Abdicam daquilo que é naturalmente vosso, porque a sociedade diz que não podem tê-lo? Pois vão descobrir que os acontecimentos não surgem do nada. Algumas pessoas acre­ditam criar a própria realidade, mas acham que as outras não conseguem criar as suas - especialmente bebezinhos que so­frem todo tipo de acidentes, ou crianças que são violentadas. É um conceito difícil para muitos compreenderem que crian­ças aparentemente indefesas, ou mendigos famintos, também criam suas próprias realidades. Quando adotam a mentalida­de de vítimas, enviam às pessoas a idéia de que elas são fra­cas, impotentes, criando também para vocês a mesma proba­bilidade. Devem aprender a respeitar os dramas e as lições das outras pessoas. Precisam perceber que os jornais jamais reve­larão o potencial de mudança existente em todas as pessoas envolvidas em determinado cenário, pois esta não é a forma com que as reportagens da imprensa cobrem os acontecimen­tos. Vocês não compreendem a sincronicidade subjacente aos eventos: a mídia expõe apenas os assim chamados fatos exter­nos, ignorando a riqueza do significado emocional que acom­panha os dramas e as lições dos seres humanos.

 

Pessoas envolvidas em dramas onde existem aparentes vítimas geralmente se encontram tão distantes de seus senti­mentos que são incapazes de conectar o que estão sentindo com o que estão pensando. Vítimas encontram vítimas. Ven­cedores encontram vencedores. Portanto, quando virem nos jornais dramas mundiais onde as pessoas parecem ser vítimas indefesas, por favor, respeitem-nas e respeitem a si mesmos, rejubilando-se porque elas criaram suas próprias realidades. Talvez não seja a realidade da qual vocês queiram extrair al­gum ensinamento - nem o evento que sentissem necessidade de participar. É necessário que compreendam que outras pes­soas podem estar precisando passar por esferas muito densas para atingir a luz. Muitas vezes, as maiores iluminações sur­gem das maiores catástrofes, das maiores dificuldades.

 

Quando vão a um restaurante e pedem o que desejam comer, o Chef prepara o prato e o garçom o traz para vocês. Vocês pedem o prato, não o fazem. O cozinheiro, ou a energia espiritual, faz a comida; contudo, são vocês que escolhem o que desejam receber. O prato não será colocado à vossa frente se não forem ao restaurante pedi-lo. Vocês são responsáveis pelo pedido e pagam por ele.

 

O mesmo acontece na vida; a vida é como um restau­rante. Aprendam a pedir o que querem da vida, exatamente como fazem num restaurante, e acreditem que, uma vez que o pedido foi feito, vocês irão recebê-lo. Quando vão a um res­taurante, não ficam examinando cada prato e julgando se me­recem ou não comê-lo. Bem, algumas vezes, sim. Às vezes dizem: "É, eu não mereço este prato. Custa quinze dólares. Eu só posso gastar até sete dólares.”

 

A maneira como se comportam num restaurante é uma indicação maravilhosa de como se devem comportar na vida. É um ensinamento incrível, que precisam aprender. No res­taurante, vocês simplesmente escolhem, dizendo: "Eu quero isto" e confiam que é isso mesmo que vão receber, ou será que ficam com medo de não serem atendidos? Ao efetuarem o vos­so pedido, vocês por acaso seguem o garçom até à cozinha per­guntando se a alface está fresquinha, se eles vão fazer as cebolas sautées como vocês gostam ou se têm aqueles cham­pignons que você queria? Não. Vocês acreditam que lhes será apresentado exatamente o que foi pedido, e não interferem, deixam acontecer. Quando o pedido é apresentado, dizem: "Muito obrigado". Se algo não está do vosso agrado, pedem o que estiver faltando e pronto.

 

Observem com que despreocupação divina vocês pedem o que desejam num restaurante. É assim que devem pedir o que desejam na vida. Decidam com clareza o que querem, pe­çam e pronto. Não fiquem chamando o Espírito para ver se ele anotou o pedido direitinho, ou para dar conselhos de como realizá-lo. Vocês efetuaram o pedido. Devem acreditar que ele chegará.

 

Vocês são o resultado dos vossos pensamentos. Se não aprenderem nada mais neste planeta, devem pelo menos aprender que esta é a regra não só para esta como para muitas outras realidades. Os pensamentos criam a experiência. Por que não se dar um presente e começar a pensar sobre si mesmo como possuidor de uma capacidade excepcional, magnificente, enaltecedora; libertem-se da necessidade de ter toda a sociedade concordando com vocês. Autorizem a si mesmos. Para muitos de vocês, isto é muito difícil. Como autorizar a si mes­mo quando não se tem esse hábito?

 

 

RESUMO:


Para sobreviver nos tempos que se aproximam, torna-se imperativo adotar a idéia da manifestação do pensamento, ou superconsciência.

 

O pensamento vem primeiro. A experiência é sempre de­corrência. Nunca ocorre o contrário - vocês vivem uma expe­riência e depois pensam sobre ela. A experiência é sempre um reflexo direto daquilo que estão pensando.

 

Os vossos pensamentos formam o vosso mundo o tempo todo.. Precisam, como espécie, ter a intenção de permanecer sempre com a mente muito clara, sempre centrados e sempre presentes. Parem de viver no fu­turo, ou no passado, e vivam o agora. Digam para si mesmos: “O que é que eu quero? Quero acelerar minha evolução pessoal. Quero que o Espírito me ajude a aumentar minha capaci­dade. Quero que meu corpo se regenere. Quero emanar saúde. Quero abandonar as dificuldades para ser um exemplo vivo daquilo que a humanidade pode atingir.

 

Não se julguem. Comecem a dizer para si mesmos: "Eu assumo a responsabilidade por tudo em que estou envolvido. Eu assumo a responsabilidade por tudo o que acontece comigo. Se não gosto do que acontece comigo, vou começar a me per­guntar por que crio coisas de que não gosto. Talvez seja para chamar minha atenção para algo que não consigo ver e assim poder mudar o que realmente não funciona para mim.”

 

Não tenham medo daquilo que criam. Confiem no que vocês criam. Acreditem que, em vossa criação, existe sempre algum crescimento. Não varram vossos dramas para baixo do tapete como se fossem coisas horríveis que nunca mais quei­ram ver. Acabem com esses dramas: parem de andar em círculos, de perder-se neles.

 

Vítimas encontram vítimas. Ven­cedores encontram vencedores. Portanto, quando virem nos jornais dramas mundiais onde as pessoas parecem ser vítimas indefesas, por favor, respeitem-nas e respeitem a si mesmos, rejubilando-se porque elas criaram suas próprias realidades. Talvez não seja a realidade da qual vocês queiram extrair al­gum ensinamento - nem o evento que sentissem necessidade de participar. É necessário que compreendam que outras pes­soas podem estar precisando passar por esferas muito densas para atingir a luz. Muitas vezes, as maiores iluminações sur­gem das maiores catástrofes, das maiores dificuldades.

 

Vocês são o resultado dos vossos pensamentos. Se não aprenderem nada mais neste planeta, devem pelo menos aprender que esta é a regra não só para esta como para muitas outras realidades. Os pensamentos criam a experiência. Por que não se dar um presente e começar a pensar sobre si mesmo como possuidor de uma capacidade excepcional, magnificente, enaltecedora; libertem-se da necessidade de ter toda a sociedade concordando com vocês. Autorizem a si mesmos.

 


PERGUNTAS DESTINADAS A FACILITAR A COMPREENSÃO DO TEXTO E PROMOVER O DEBATE:


1 - Como criamos nossas experiências?               

2 - Quando vivemos uma experiência, seja ela de dor ou de alegria, quem é o único responsável por isso?

3 - Onde reside o nosso poder criador?

4 - Qual a regra para criação das nossas experiências?

5 - Qual o significado da seguinte frase? Vítimas encontram vítimas. Ven­cedores encontram vencedores.

6 - O que vem primeiro, a experiência ou o pensamento?

7 - Qual a regra para criação de realidades?

Categorías: Grupo de Estudos Mensageiros do Amanhecer

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