Projecao Astral - Espiritualidade - Consciencia

Blog

O Duplo Etérico - Corpo Etérico

Publicada el 31 Ee julio Ee 2012 a las 14:35


O Duplo Etérico - Corpo Etérico


Todo estudante de Ocultismo sabe que o homem possui diversos corpos ou veículos, que lhe possibilitam manifestar-se nos diferentes planos da natureza: plano físico, astral, mental e outros.

O ocultista verifica que a matéria física apresenta sete graus ou ordens de densidade, denominados:

  1. Atômico
  2. Subatômico
  3. Super-etérico
  4. Etérico
  5. Gasoso
  6. Líquido
  7. Sólido

Todos estes graus de densidade estão representados na composição do veículo físico, que, assim, comporta duas divisões bem distintas: o corpo denso, composto de sólidos, líquidos e gases, e o corpo etérico ou duplo etérico, como é também chamado, constituido pelas quatro ordens mais ténues de matéria física.


Pretendemos estudar este duplo etérico, sua natureza, aparência e funções, as suas relações comos outros veículos e com o Prâna ou Vitalidade; o seu nascimento, desenvolvimento e declínio; o papel que desempenha em certos métodos de cura, no magnetismo, na mediunidade e nas materializações; as faculdades que pode adquirir; enfim, os diversos e numerosos fenômenos etéricos que lhe dizem respeito.


Em resumo, veremos que, embora necessário à vida do corpo físico, o duplo etérico não é, a bem dizer, um veículo de consciência independente. Veremos também que ele recebe e distribui a força vital proveniente do Sol, ligando-se intimamente à saúde física; que possui certos chakras ou centros de força que lhe são próprios, cada qual desempenhando uma determinada função; que a lembrança da existência vivida em sonho depende principalmente da matéria etérica; que exerce importante influência na constituição do veículo astral, destinado ao Ego em via de reencarnação; que, semelhante ao corpo físico, morre e se decompõe, permitindo assim à "alma" passar a outra etapa de sua viagem cíclica; que se acha particularmente associado aos tratamentos pelo vitalismo ou magnetismo, e pelo mesmerismo, determinando a cura, a anestesia ou o transe; que é fator principal dos fenômenos das sessões espíritas, como o mover de objetos, produção de golpes e outros sons, e as materializações de todo gênero; que o desenvolvimento das faculdades etéricas proporciona poderes novos e revela muitos fenômenos etéricos, dos quais poucas pessoas têm experiência; que por meio da matéria do corpo etérico. é possível magnetizar objetos, como se faz com os seres vivos; enfim, que o corpo etérico fornece os elementos da substância conhecida por ectoplasma.


(Ectoplasma saindo da boca do médium Antônio Alves Feitosa)


Têm-se dado diversos nomes ao duplo etérico. Nas primeiras obras teosóficas é, muitas vezes, chamado corpo astral, o homem astral ou Linga Sharira.


Nos escritos mais recentes não se dão mais estas denominações ao duplo etérico, pois pertencem realmente ao corpo formado de matéria astral, ao corpo de Kama dos hindus. O estudante que ler a Doutrina Secreta e outros livros antigos deve, pois, prevenir-se para não confundir os dois corpos inteiramente diferentes, chamados hoje duplo etérico e corpo astral.


O termo hindu que bem traduz "duplo etérico" é Pranamaya kosha, ou veículo do Prâna; em alemão é Doppelganger. Depois da morte, separado do corpo físico denso, é a "alma do outro mundo", o "fantasma", a "aparição" ou "espectro dos cemitérios". Em Raja Yoga, o duplo etérico e o corpo denso unidos são chamados o Sthûlopâdhi, isto é, o Upâdhi inferior de Atma.


Toda parcela sólida, líquida ou gasosa do corpo físico está cercada por um invólucro etérico; o duplo etérico, como indica o seu nome, é, pois, a reprodução exata da forma densa. Ultrapassa a epiderme de mais ou menos um quarto de polegada. Entretanto, a aura etérica ou Aura da Saúde, como também é chamada, ultrapassa, normalmente, a epiderme, de várias polegadas.


Fato importante a assinalar: o corpo denso e o duplo etérico variam concomitantemente em qualidade; por conseguinte, quem se aplique a purificar o corpo denso, aperfeiçoará, ao mesmo tempo e automaticamente, a sua contraparte etérica.


Na composição do duplo etérico entram todas as categorias de matéria etérica, porém em proporções que variam grandemente, dependendo de vários fatôres, tais como a raça, a sub-raça e o tipo da pessoa a também o Karma individual.


Eis as únicas indicações obtidas até aqui pelo compilador, sobre as propriedades e funções particulares dos quatro graus de matéria etérica:


1 — Etérica: utilizada pela corrente elétrica comum e pelo som.

2 — Super-etérica: utilizada pela luz.

3 — Subatômica: utilizada pelas "formas mais subtis de eletricidade".

4 — Atômica: utilizada pelo pensamento em sua passagem de um cérebro a outro.


O quadro seguinte, de autoria de F. T. Peirce, publicado em The Theosophist de maio de 1922, é provavelmente exato

É muito provável, porém, que o átomo físico deva ser deslocado para o subplano gasoso, passando os nucleons para o etérico e os mesons para super-etérico. Neste caso, podia haver duas hipóteses quanto aos subplanos atómico e subatômico: o eléctron ou seria mantido no atómico, cabendo o subplano imediato a uma partícula ainda não estudada, intermediária entre o meson e o eléctron, e de massa vinte vezes maior do que a da última dessas partículas, ou passaria para o subatômico, correspondente ao atómico, foton e neutrino, cuja massa se supõe que seja 0,20 vezes ou vinte vezes menor do que a do eléctron. A última hipótese parece ser a mais viável.


O duplo etérico é de cor roxa acinzentada ou azul acinzentada pálida, fracamente luminoso e de contextura grosseira ou delicada, conforme o seja a do corpo físico denso.


Tem duas funções principais: a primeira é a de absorver o Prâna ou Vitalidade e enviá-lo a todas as regiões do corpo físico; a segunda é a de servir de intermediário ou ponte entre o corpo físico e o corpo astral, transmitindo a este a consciência dos contatos sensoriais físicos e, outrossim, permitindo a descida ao cérebro físico e ao sistema nervoso da consciência dos níveis astrais e dos superiores ao astral.


Além disto, no duplo etérico se desenvolvem certos centros, por meio dos quais o homem pode tomar conhecimento do mundo etérico e dos inúmeros fenômenos etéricos.


É importante verificar que, embora o duplo etérico seja simplesmente uma parte do corpo físico, não pode, normalmente, servir de veículo independente de consciência, no qual o homem viva ou atue. Possui apenas uma consciência difusa, disseminada em todas as suas partes. É desprovido de inteligência, e quando se separa da contra-parte densa, não pode, por isso, servir de intermediário ao mental.



Texto Original de Major Artur E. Powell

Tradução Jacques de Molay

Categorías: Chakras, Projeção Astral

Publicar un comentario

Uy!

Uy, se olvidó de algo.

Uy!

Las palabras que ha ingresado no coinciden con el texto dado. Por favor, inténtelo de nuevo.

0 comentarios