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Os Tres Reis Magos - Cronicas Angelicais

Publicada el 15 Ee noviembre Ee 2011 a las 17:15

CRÔNICAS ANGELICAIS

Por Ana Zélia


 


OS TRÊS REIS MAGOS

Melquior e seu país destroçado pela guerra

 

Estamos chegando no mês de Dezembro. Para uns - mês de comemoração, presentes, confraternização - para outros não tão charmoso. Particularmente gosto muito das histórias que giram em torno do nascimento de Cristo; verdadeiras ou não, sempre trazem algum ensinamento.


Os três Reis Magos, sempre me fascinaram. Vou começar com a história de Melquior, é linda e de muito ensinamento.


No sul do Oriente reinava Melquior. Seu reino vivia momentos conturbados e seus mensageiros, dia a dia, só traziam as piores notícias: ao norte, invasão do país de guerreiros estranhos; as regiões mais férteis estavam completamente destruídas; ao ocidente, guerras fraticidas haviam irrompido, molhando de sangue a terra e como se não bastasse, nômades selvagens saqueavam tudo ao sul, se apoderando de tudo que conseguiam agarrar. Não havia segurança. A intranqüilidade era geral. Melquior estava desolado e seu coração pesado. Não tinha a mínima idéia de como solucionar todo esse dilema.


Os conselheiros não deram nenhuma idéia plausível para resolver o problema, então Melquior resolveu convocar os nobres de todas as regiões para discutir o que poderia ser feito, para restituir a paz e a tranqüilidade ao reino.


Faria a reunião no salão principal do castelo e no centro erguia-se um precioso lustre de cristais e pedrarias, em forma de coroa. Quando a mesa dos nobres estava posta com pratos de prata e taças de ouro, as velas acesas do lustre refletiam mil vezes no teto da sala, como firmamento de sóis e estrelas. As cadeiras tinham espaldares ornados com os brasões dos cavaleiros. Havia a cadeira do urso, do leão, da águia, do abutre, do falcão. Havia um brasão com o relâmpago e noutro uma estrela cadente. No trono real, o sol.


Antes da reunião daquela noite, Melquior teve um sonho. Sentado sozinho no salão, ele esperava os nobres que não apareciam. Em seu lugar as figuras dos brasões tomavam vida e começavam a devorar o banquete. O urso batia suas patas na mesa, o leão rugia, e os animais, cada vez mais violentos, atacavam a comida.


Comiam e bebiam de maneira mais selvagem. Então de repente a estrela saía do brasão e circulava por toda a sala, fazendo com que tudo voltasse ao normal e os animais voltassem a ser simples imagens de brasões.


Enquanto os criados preparavam o mesmo salão para o dia seguinte, acidentalmente, partiu-se o imenso lustre, espatifando-se no chão, matando um criado. Um desastre. O rei interpretou isso como um segundo sinal.


Os servos então, para iluminar a sala, cortaram uma árvore e a encheram de velas. O rei interpretou essa criatividade dos servos como uma imagem da árvore da vida.


Finalmente, chegou o momento da grande reunião. Os nobres estavam cheios de ira e queriam mais e mais violência, leis mais duras, mais armamentos, soldados e espadas.


Em silêncio o rei Melquior escutava essas sugestões agressivas e mergulhou seus olhos tristes no fundo da sua taça de ouro. Como em seu sonho, essas vozes estavam cada vez mais altas e ferozes.


Melquior estava longe, tendo uma visão: o fundo da taça se abriu, formando uma pequena caverna. Nesta, estava uma criancinha, que tinha uma estrela por cima da cabeça. Ela saudava Melquior:


- “Segue esta estrela Melquior, pois ela trará à Terra a verdadeira paz”.


O rei se perdeu nessa imagem, tanto, que os cavaleiros acharam que ele tinha adormecido e abandonaram a sala, deduzindo que faltava ao rei vigor para tomar uma decisão forte.


Melquior se levantou, foi até a janela e lá estava a estrela que brilhara no fundo da taça, agora brilhando no céu. Ele tomou o vinho, sentiu-se revigorado e decidiu empreender uma longa viagem em busca dessa criança. Pegou a taça de ouro, pensou:


- “Aqui está o meu presente real”.


Mandou preparar a melhor montaria e partiu, cavalgando pela noite afora. Quando os nobres souberam do acontecido voltaram contrariados, mas tiveram a surpresa de constatar que o povo sozinho havia se organizado, reconstruindo as aldeias queimadas e cultivando o solo.


Todas as lutas pareciam esquecidas. Teria sido a força da estrela mencionada pelo rei?


Curiosa essa “coincidência”! A situação do planeta é mais ou menos a mesma do reino de Melquior.


Acho que também nós, deveríamos sair em busca dessa estrela, do CRISTO que está tão longe de nossos corações. Só com Seus ensinamentos e seguindo Seus preceitos, poderemos sair do caos.

 

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Ana Zélia Costa de Abreu Gagliardi

Drenagem linfática manual e/ou com pedras quentes - Cristaloterapeuta – Cromoterapeuta – Harmonizadora ambiental – Taróloga. Estudiosa de metafísica, neurolinguística e fitoterapia.

Fones: (13) 3495-7027  /  (11) 7188-6591

Email: [email protected] / Blog: www.azanjos.blogspot.com

Categorías: Crônicas

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